De volta aos gramados brasileiros Uma das principais queixas dos técnicos de futebol, no Brasil, era a falta de um centroavante de ofício. Mas o ano de 2007 para os clubes brasileiros revelou fartura de bons camisas nove. Em São Paulo quatro jogadores chamaram a atenção. No pentacampeão brasileiro, Aloísio e Borges fizeram as vezes do homem-gol. No timão o atacante Finazzi, apesar das críticas, superou a expectativa marcando onze gols até agora no Brasileirão. No Santos, Kléber Pereira, depois do início avassalador, amargou um pequeno jejum de gols. Nas equipes do Rio de Janeiro os artilheiros também estão presentes. Dodô, Leandro Amaral e Souza fazem a alegria dos torcedores com belos e numerosos gols. Obina, apesar de atuar pouco, continua ídolo da torcida rubro-negra. O Grêmio conta com Tuta e Marcel como dupla de ataque. E está dando certo. O Cruzeiro, dono do melhor ataque do Brasileirão, reveza sua artilharia entre os competentes Alecssandro e Roni. Curiosamente, se repetindo nos últimos anos, o artilheiro do campeonato atua por uma equipe ameaçada pelo rebaixamento. Acosta e Josiel dividem a artilharia do Campeonato Brasileiro. O camisa nove é a referência de um time em suas jogadas ofensivas, facilitando o avanço ao gol. De fato, os últimos anos se caracterizaram pela ausência do centroavante matador, mas o ano de 2007 mudou este cenário. Felizes os treinadores que os adoram. Conseqüentemente, felizes os torcedores com mais gols nos jogos. - Postado por: Willian Kury às 16h33 [ ] [ envie esta mensagem ]
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