Quem faz o Realidade Esportiva

Willian Kury
Estudante de jornalismo. É torcedor do São Paulo Futebol Clube e apaixonado por esportes, principalmente por automobilismo e futebol. Na profissão, admira profissionais como Mauro Beting e Paulo Vinícius Coelho.

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Show de Marta e Cia.

O Blog Realidade Esportiva não tem o hábito de comentar o futebol feminino, mas esta quinta-feira foi áurea para nossas mulheres boleiras. 

O império norte-americano ruiu diante da ginga de Marta, da categoria e precisão de Cristiane e da experiência e habilidade de Formiga.

A goleada de quatro a zero foi a coroação do espetáculo que nossas jogadoras proporcianaram aos torcedores. Foi senão apenas mero detalhe diante do futebol apresentado em campo. Contudo, o placar poderia ser mais dilatado não fosse a trave impedir mais um belíssimo gol de Cristiane.

Marta, a legítima camisa 10, foi genial. Foi destaque não apenas em suas jogadas características, mas foi fundamental na marcação, nos desarmes, que quase sempre geravam ótimos contra-ataques, e na vontade e raça que determinaram a superioridade brasileira durante os noventa minutos.

O segundo gol de Marta no jogo foi uma obra-prima. Digno de placa, flashes e homenagens. Digno de Pelés, de Maradonas e de Cruyffs. Digno de Marta.

O gol assinalado por Cristiane também é digno de reprises e comentários. A calma e a categoria com a qual nossa jogadora finaliza todas as suas investidas ofensivas impressiona. Foi assim no seu gol. E foi assim quando só a trave impediu que o placar eletrônico do estádio escrevesse seu nome para que todos os torcedores chineses, euforicamente, vissem e aplaudissem. 

A Seleção Brasileira está agora a um passo do título mundial. Mas não será tarefa fácil. Demandará o mesmo empenho com o qual vencemos os Estados Unidos. A Alemanha surge como um adversário muito forte e não perdoará os vacilos que nossas meninas cometeram no início da competição.

Parabéns meninas. E rumo ao inédito título da Copa do Mundo de Futebol Feminino.


- Postado por: Willian Kury às 19h50
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ESPECIAL - TORCIDAS ORGANIZADAS

O QUE É, O QUE FAZEM

No capítulo anterior apresentamos, superficialmente, as Torcidas Organizadas dos principais clubes do Brasil, admitindo o eixo Rio-São Paulo. Hoje será publicado o Capítulo 2, no qual contaremos a história das Torcidas Organizadas dos maiores clubes de São Paulo. Os textos serão reproduzidos tal qual constam no site oficil de cada torcida, sem que haja qualquer mudança de caráter conteudista.



Capítulo 2.1 - Torcidas Organizadas de São Paulo

Torcida Tricolor Independente

História

A Independente nasceu das divergências de idéias e posturas entre a torcida uniformizada Tusp e alguns dos seus filiados. Tiveram muitas dificuldades mas souberam superá-las.

Sua história começa em março de 1972. O São Paulo disputava a Taça Libertadores da América, no Paraguai. Seus adversários, o Cerro Portenho e o Olímpia. Os torcedores uniformizados(TUSP) estavam animados pois era a primeira vez que compareciam aos jogos no exterior. Os preparativos começaram muito bem. Fretaram 8 ônibus. Pagaram pela excursão, incluindo hospedagem. Na bagagem dos organizadores, muitas camisas e brindes para serem distribuídos aos simpatizantes do São Paulo. No entanto a viagem teve o amargo saber da derrota. O time perdeu o primeiro jogo na quarta feita por 3 a 2, para o Cerro Portenho e a torcida, a confiança na diretoria da Tusp. "Não bastasse o time ter perdido descobrimos que os cabeças da torcida ficariam hospedados em hotéis 4 estrelas e os demais em pensões. Para completar, ficamos sabendo que em vez deles de distribuírem os brindes e camisetas, estavam vendendo" lembra Newton Ribeiro, um dos fundadores da Independente. Foi a Gota d'água. Na volta da excursão, logo após o ultimo jogo, no domingo(São Paulo 1 x 0 Olímpia), no próprio ônibus já se começou a cogitar formação de uma facção da torcida. A idéia se concretizou durante um jogo no Pacaembu quando Newton foi procurado por Ricardo Rapp e Rinaldo Cardoso, outros dois torcedores descontentes para discutirem a formação da nova torcida. Mais tarde juntaram-se a eles um grupo, de 40 jovens, que há algum tempo, estava insatisfeito com as muitas regras impostas pelo pessoal mais velho da Tusp.


As dificuldades para a fundação da Independente foram muitas. A começar pelo diretor social do São Paulo, Arnaldo Ruick, que não aprovava a formação da nova torcida." Dizia que isso era coisa de corinthiano e maloqueiro" conta José Carlos Zabeu, um dos torcedores da ala jovem. Outro problema que tiveram de superar foi a falta de um local para as reuniões. Para a primeira emprestaram uma das salas da Esfera Tour Turismo, na Av. Ipiranga. Nesse dia grandes decisões foram tomadas. A principal, a escolha do nome, Pensaram inicialmente em colocar o nome de animal, muito comum na época. Mas, Ricardo Rapp, inspirado nos vários movimentos de independência que estavam ocorrendo no mundo, sugeriu o nome de independente que, que inclusive traduzia bem os ideais da torcida, "de total independência do clube". Surgiu assim, o nome "Tricolor Independente". O passo seguinte, a definição da camisa. A eleita foi a do uniforme um, já que a Tusp usava o uniforme dois. Depois organizaram a diretoria, composta por: Newton Ribeiro, presidente; Rinaldo Cardoso Leite, vice-presidente; Ricardo Rapp, coordenador de campo e tesoureiro; e Célio Perina, José Octávio Alvez Azevedo, Plínio Peloso, José Oswaldo Feitosa, sem cargos específicos. Nessa reunião ficou ainda resolvido, ainda que só usariam bandeirão bem grandes de quatro por seis metros, com o nome da torcida, para chamar atenção nos estádios; e que a torcedora símbolo seria dona Filinha, figura muito querida dos são-paulinos. A data oficial da fundação da Independente ficou sendo a de 17 de abril de 1972. Seus estatutos ficaram prontos no dia 9 de junho do mesmo ano. Para ser sócio bastava ser são-paulino, ter duas fotografias e contribuir mensalmente com Cr$20 mil, como é até hoje, com valor diferente

Nos Estádios

A luta no campo não foi menor. Tiveram de brigar por um espaço na arquibancada e no estádio, para guardar o material, e, ainda conquistar novos torcedores. O primeiro jogo ao qual a torcida compareceu oficialmente foi no dia 23 de abril de 1972, no Estádio do Pacaembú. O São Paulo jogava contra a Lusa. A primeira preocupação foi o espaço a estabelecer na arquibancada, já que na época a Tusp ocupava todo o local. "Nos optamos pelo meio" explica Newton. Lugar estabelecido , partiram em busca de novos associados. "Cada torcedor que víamos com a camisa do São Paulo era convidado a se integrar à Independente. Foi desse modo que encontraram os primeiros associados. José Carlos Zabeu, Mário Luiza Marcondes(Cida), Luis Alfredo(Turiassu) entre outros. A cada jogo o processo se repetia. O trabalho era cansativo. Mas, o mais desgastante era não ter onde guardar o material, ( A sala da Av. Ipiranga só ficou emprestada por 3 meses). Dia de jogo, eram obrigados a chegar muito mais cedo aos estádios, porque tudo era feito lá mesmo com algumas horas de antecedência. "Tínhamos de cortar o bambu(conseguidos no cemitério das redondezas) confeccionar as hastes da bandeira, pós não tínhamos como transporta-las, colocar as faixas e ainda brigar pelo lugar' conta Newton. O sufoco chegou a tal ponto que resolveram procurar o conselheiro do São Paulo, Paulo Planet Buarque, para pedir um espaço no Morumbi. A reunião foi marcada com o conselheiro de obras do estádio Antonio Numes Leme Galvão. Mas, o tema do encontro acabou sendo a própria torcida: "Eles queriam que desistíssemos. A sala foi conseguida depois de um ano e de muitas idas e até lá.

Meu lugar é aqui !

Paralelamente, a luta por uma sede continuava. A maior dificuldade foi com os proprietários, que negavam a locação, logo após saberem o motivo da procura. Enquanto isso, os encontros se realizavam na Galeria Guatapará, na rua 24 de Maio, ou no Largo do Paissandu, a céu aberto. "O País passava por uma época de muita repressão e ditadura, e sempre éramos molestados pela polícia, que não podia ver um grupinho reunido, já desconfiava tratar-se de um complô", recorda Newton. Recorreram, também, a diversas pessoas que se diziam dispostas a ajudar. Mas nada conseguiram. "A solução veio do Dr. Toledo que nos cedeu uma sala de uma firma de café falida, da qual era fiel depositário, na própria Galeria Guatapará. Mais tarde conseguimos alugar a sala ao lado.

Bateria - Independente até no samba

Ter a melhor bateria sempre foi o ponto de honra da torcida. A Independente hoje, se constitui em um bloco carnavalesco com mais de 400 integrantes. A Independente durante os 3 primeiros anos, foi pequena, tenho em média 200 associados. Mas isso não a impediu que se destacasse das demais pelas bandeiras bonitas e por sua bateria. Esta última , ponto de honra da torcida. Para isso, lançavam mão de todos os recursos, contratavam baterias e até ordões carnavalescos. A primeira a acompanhá-la foi o Fio de Ouro, do Rômulo e Remo. Depois seguiram-se a Imperador do Ipiranga, do Paulo; Os garotos da Chácara Santo Antonio e, por último, a Cabeções da Vila Prudente, que permaneceu até a formação da sua própria bateria no começo dos anos 80. Criado por amigos da roda de samba no bar do Waldemar, no bairro do Imirim. Atualmente a Independente participar do desfile do carnaval de São Paulo.

Caravanas - Os salvadores da pátria

A primeira caravana da Independente para Piracicaba, não traz boas recordações para seus integrantes. O São Paulo disputava o Paulistão 72. A torcida alugou um ônibus mas somente 15 torcedores apareceram. Mas a segunda viagem para Araraquara, ainda durante o campeonato, foi muito importante, pois trouxe a pessoa que iria por as suas finanças em dia: Arari Guimarães. Ele chegou por meio de um anúncio publicado na Gazeta Esportiva. Um recurso para completar a lotação do ônibus que, até aquele momento estava apenas com 20 reservas. E, ainda, levou mais 10 pessoas para a viagem. Mas sua revelância não se resume a isso. "Por ser uma pessoa de muita responsabilidade, nós o convidamos para ser o tesoureiro. Foi graças a ele que conseguimos tocar a torcida para frente". Segundo Newton, antes do senhor Arari, não se podia dizer que a contabilidade era perfeita. "O dinheiro arrecadado ficava no bolso e, ás vezes servia de pagamento das rodadas de cerveja do Bar Ponto Chic, no centro da cidade, o ponto de encontro da moçada". Em contrapartida, quando a Independente se encontrava em dificuldades financeiras, usávamos os próprios recursos para saldar as dívidas". Na época, o crescimento da torcida dependia diretamente do desempenho do time, de 1972 a 1974, período em que o São Paulo não ganhou campeonatos, o número de associados caiu. Para reverter o quadro. Algumas pessoas iniciaram uma campanha em rádios e jornais e lançaram, também o "São Paulino Amigo"(um folheto para ser distribuídos nos jogos) na tentativa de popularizar a Independente. Mas o grande impulso foi dado pela própria polícia. Em protesto a proibição do uso dos instrumentos musicas no campo. Nilson confeccionou faixas com os seguintes dizeres: "Silêncio estamos jogando"; e o corneteiro passou a tocar a marcha do "Silêncio". "Foi um sucesso todos os meio de comunicação deram destaque a notícia" informa Newton. De 200 associados chegaram a 1 mil, em um ano.

A Nova Independente

Em agosto de 1995 ocorreu uma briga no Estádio do Pacaembu entre a Torcida do São Paulo e a torcida do Palmeiras que infelizmente a F.P.F. proibiu a entrada nos estádios e a Justiça por meio do Ministério Público anos depois fechou a entidade Torcida Tricolor Independente. Nesses meses de proibição muita coisa aconteceu na Independente, alguns diretores, fundadores e associados foram afastados por ações não dignas de pessoas que amam a Torcida. Sendo que em 11 novembro de 1998 foi fundada o G.R.E.C. Tricolor Independente com novos fundadores e também uma nova diretoria, todos unidos em prol da nova agremiação que começava tudo do zero mas usava o respeitado nome Independente. Após a fundação os primeiros problemas começaram a surgir, a Tricolor Independente não possuía sede, material e muito menos dinheiro em caixa.

"A Retomada" e a volta aos estádios

A Independente foi a única torcida que foi “tomada” por alguns ex-diretores e associados da torcida que insatisfeito com a diretoria da torcida que era bancada pelo São Paulo gastava dinheiros em fins particulares e assim deixando a torcida com dividas superiores a 250 mil reias e nome sujo na praça. No final de 2002, o bonde de Batata e Negão assumiram a torcida, sem dinheiro, com dívidas e sem ter um material na sede. Em pouco tempo a torcida já estaria com novos fornecedores, diversas sub-sedes e caravanas para todo mundo.

Como maior feito desta atual diretoria, conhecida como “A Retomada” foi a volta aos estádios paulistas com nossas faixas, camisas e bandeiras. Graças a coperação e o trabalho junto com ministério publico e a policia militar. A INDEPENDENTE pode finalmente colocar uma faixa em um estádio de futebol em São Paulo com seu nome


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- Postado por: Willian Kury às 14h46
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ESPECIAL - TORCIDAS ORGANIZADAS - CONTINUAÇÃO

Os Gaviões Da Fiel

História

O ano é 1969. A ditadura militar reprime, prende e assassina sem piedade. Nas ruas, os estudantes pedem o fim do regime de opressão. Clamam por anistia ampla e geral. O medo é total. Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição; de morrer pela pátria e viver sem razão. Quase tudo é proibido.

O ano é 1969. Surge o Mobral e a Rodovia Transamazônica. As grandes obras faraônicas vão sendo construídas e ao mesmo tempo calando a voz do povo.

O ano é 1969. A Seleção Brasileira de Futebol consegue uma vaga para a Copa do México e Pelé comemora os seus mil gols.

O ano é 1969. Já em Cabo Canaveral, USA, três homens partem a lua. O que era impossível, torna-se realidade.

O ano é 1969. São Paulo, Capital. Alguns jovens corinthianos resolvem fundar aquilo que viria a ser mais tarde a maior Torcida Organizada do Brasil: OS GAVIÕES DA FIEL. Mas por que isso? A resposta já estava pronta, para por fim na ditadura que também predominava no CORINTHIANS.

E o motor gerador desses jovens era a paixão pelas coisas do TIMÃO. Mas tudo começou mesmo lá pelos anos de 1965. Eles já não aguentavam mais tanto pouco caso. Tanto desrespeito e falta de competência. Era chegada a hora.

Uma reunião aqui, outra ali e o grupo ia crescendo. Muitas foram as pessoas que os ajudaram. No início não havia local para fazer reuniões. Um dia na casa de um. Outro dia no consultório de um corinthiano amigo. Sendo que alguns dias as reuniões se davam numa praça ou em alguma rua da capital.

O ideal daqueles jovens ia se tornando realidade. A amizade já se tornara fraternidade. Tudo era discutido e decidido em grupo. A finalidade era de colaborar com a vida do clube, não só incentivando o time mas também, participando efetivamente da vida política administrativa do Sport Club Corinthians Paulista.

Logo no início ficou claro que esses jovens possuíam uma visão questionadora e participativa. Os líderes começaram a surgir de maneira muito natural. Havia o "cabeça pensante", aquilo que costumamos chamar de intelectual do grupo. E também aquele que punha a cara e saía na frente. O chamado "guerreiro valente". Portanto, os GAVIÕES DA FIEL, desde seu início já possuíam em sua raiz o pensador e o prático. E foi da união dessa teoria e prática que ela se estruturou e se agigantou. Hoje são milhares de Corinthianos, vestidos de GAVIÕES. É a maior torcida organizada do país. Mas para chegar onde chegou foi preciso muitas lutas. Batalhas intermináveis. Mas sempre com seu objetivo principal: o CORINTHIANS.

O tempo foi passando e a história foi registrando que quando se fala em torcida corinthiana pensa em GAVIÕES DA FIEL, aquela que lidera os espetáculos nos estádios e no Carnaval Paulistano. Graças a soma dessas duas atividades, as vitórias foram surgindo automaticamente. Hoje os GAVIÕES divide os primeiros lugares no Carnaval de São Paulo, com as maiores escolas de samba do Grupo Especial. Só não é líder isolada porque o medo dos adversários é maior. Os GAVIÕES nasceram não para competir, e sim para disputar e vencer. Ser GAVIÃO é isso aí: ser ou não ser o primeiro.

Em outubro de 1974, outra vitória: a conquista da sede social. Local designado para aqueles que sabem que a vida é a arte do encontro. E o encontro maior é quando milhares de GAVIÕES se reúnem para falar do CORINTHIANS. A razão maior da existência dos GAVIÕES DA FIEL.

Mais de trinta anos se passaram e ela continua cada dia mais atuante, mais cheia de vida e com perspectiva de um futuro ainda melhor.

Passadas três décadas só resta agradecer a todos que ajudaram a escrever a história da maior e melhor Torcida Organizada do país:
OS GAVIÕES DA FIEL.

Ideologia

Dia 1º de julho de 1969, marca a data oficial da fundação do Grêmio GAVIÕES DA FIEL Torcida. Um grupo de corinthianos autênticos que vieram a se conhecer nas gerais dos estádios onde o Corinthians se apresentava e isto lá pelos anos de 1965. Movidos pelo ideal de colaborar com a vida do clube, não só incentivando o time mas também, participando efetivamente da vida política administrativa do Sport Club Corinthians Paulista. Enquanto torcia pelas vitórias, fiscalizava o dia-a-dia do clube e denunciava os demandos. GAVIÕES DA FIEL e Corinthians são um só coração. Este ideal de participação nada mais é do que o exercício do direito de influenciar, e dar aos mandatários do clube, a legitimidade ao mandato exercido, e ao mesmo tempo obrigá-los à cumprir os verdadeiros anseios na Nação Corinthiana. Fomos poucos no começo. Hoje somos milhares, a maior torcida organizada do país.

Todo gavião precisa de um ninho. Em nosso caso, desde 1969, as arquibancadas dos estádios do Brasil tornaram-se o verdadeiro reduto alvinegro. Nesse "habitat" corinthiano temos a função de gritar os 90 minutos em prol de nossa ideologia mosqueteira. Ser Gavião é amar e lutar pelos cores do Coringão, não importando se existem ditadores contrários a nossa filosofia. Preto e branco são reflexões de uma vida inteira de dedicação, glórias e, acima de tudo de muita paixão pelas cores do Sport Club Corinthians Paulista. Hoje essa união de corações, chamada GAVIÕES DA FIEL, formam a maior, melhor, mais respeitada e invejada torcida organizada do país. E a anos seguimos o mesmo lema... LEALDADE - HUMILDADE - PROCEDIMENTO.

Nascemos num momento de desalento, quando até a torcida parecia não acreditar no Corinthians. Nós acreditamos sempre, por isso partimos para a luta. Uma luta que sempre existirá pois o ideal de perfeição é eterno. Nosso lema está expresso em nossa própria designação (Força Independente). Lutar, vibrar, torcer e seguir todas as atividades esportivas nas quais o Corinthians esteja presente, buscando o ideal de participação da torcida. Nas vitórias ou nas derrotas procurando sempre colaborar para que a mística corinthiana, construída por tantos abnegados, seja um fator concreto, de desenvolvimento moral e físico, dentro do mundo esportivo. Obs. o gavião se for preciso protesta, mas nunca vaia o time e também não grita olé contra sua camisa. Desde a nossa fundação segue o lema: "Seja mais corinthiano, seja um gavião". Nossa função há mais de 30 anos é de observar, esclarecer, e atuar conforme fizemos desde a revolução corinthiana, cujas realizações e atos seguimos atentamente. Reservando-nos o direito de opinar na hora oportuna. Quando adentramos nos estádios, poucos podem calcular quanto de sacrifício isso nos custa: financeiro, profissional, desprendimento pessoal, etc. Mas vamos continuar, hoje e amanhã, pois sempre existirá o grande e eterno Corinthians. Nós somos os GAVIÕES DA FIEL.


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- Postado por: Willian Kury às 14h45
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ESPECIAL - TORCIDAS ORGANIZADAS - CONTINUAÇÃO

Mancha Alviverde

A Mancha Alvi-Verde é a maior torcida organizada do time de futebol do Palmeiras. Foi fundada no dia 11 de Janeiro de 1983, resultado da fusão de três antigas torcidas organizadas - Império Verde, Inferno Verde e Grêmio Alviverde.

Seu símbolo é o personagem dos quadrinhos Disney, o Mancha Negra. Nos jogos do Palmeiras fica no setor esquerdo das arquibancadas do Estádio Palestra Itália. É, segundo algumas estimativas, a maior torcida do Palmeiras e uma das maiores do Brasil na atualidade.

História

A "Mancha Verde" ficou temida nacionalmente pelas confusões em que esteve envolvida, contra torcidas dos mais diversos times, e conhecida pela festa em que fazia nas arquibancadas de todos país. Tida pelas autoridades policiais como uma das torcidas mais perigosas do Brasil, a "Mancha Verde" teve confrontos históricos, principalmente contra as rivais Gaviões da Fiel e Independente, torcidas de Corinthians e São Paulo, respectivamente.

A Justiça de São Paulo já estava de olho nas torcidas organizadas, sendo que o estopim para que banisse as torcidas foi a famosa briga com a torcida do São Paulo na Copa São Paulo no estádio do Pacaembu, assim a Torcida "Mancha Verde" foi banida em 1995, ressurgindo em 1997 com o nome de "Mancha Alvi-Verde", contando com os mesmos integrantes.

Atualmente, a "Mancha" conta com mais de 38 mil sócios, com diversas sub-sedes espalhadas pelo país e pelo mundo. Hoje, a "Mancha Alvi-Verde" busca a paz no futebol, principalmente depois de outubro de 2005, por causa de uma briga de torcidas no bairro paulistano do Tatuapé.

A Mancha é "parceira" da Galoucura e da Força Jovem, que torcem para Atlético/MG e Vasco, respectivamente.


Torcida Jovem do Santos

História

"A história da Torcida Jovem se confunde um pouco com a história do próprio clube, e hoje já não se pode pensar em Santos sem lembrar-se, inevitavelmente, Torcida Jovem. Uma Torcida que começou com a mesma abnegação, o mesmo entusiasmo que existia naqueles jovens que fundaram o clube naquela noite de 14 de abril de 1912." Durante os anos de 1966 a 1968, quando o Santos ainda não possuía,principalmente em São Paulo, o mesmo número de torcedores que possui hoje, um grupo de rapazes corajosos, valentes faziam questão de comparecer em todas as partidas que o time jogava na capital. Depois de 3,4 ou 5 partidas, esses garotos começaram a se conhecer e a combinar de irem juntos para o estádio e lá ficarem no mesmo lugar. Era uma maneira que servia, inclusive para fortalece-los, ante a provocação de outras torcidas.Quando esses manos, barulhentos, chegavam para um clássico era comum ouvir-se: "ai está a torcida do Santos chegaram todos numa kombi". O hábito de freqüentar os jogos do Santos tornou-se tão comum que em 1969, eles resolveram fundar uma torcida oficial uniformizada que a partir daquele momento fosse em todos os jogos do time como e onde ele estivesse. Esse ficou sendo o lema, que os garotos como Cosmo, Alemão, Tobogã, Menezes, Celso Jatene, Zé Miguel e outros dos 13, que fundaram a torcida, levaram para todos os campos. E no dia 26 de setembro de 1969, quando o Santos retornava de mais uma excursão vitoriosa, invicto em uma série de 7 partidas pela Europa, 13 garotos reunidos numa velha casa no tradicional bairro do Brás em São Paulo decidiram fundar oficialmente a Torcida Jovem. Aquela casa que era onde residia Cosmo Damião ficou sendo a primeira sede oficial da primeira torcida uniformizada e organizada do Santos. A primeira grande alegria dessa torcida não tardou a acontecer. Foi no dia 19 de novembro daquele mesmo ano no Rio de Janeiro por ocasião da marcação do milésimo gol de Pelé. Depois disso não demorou muito para que um forte movimento de adesão de torcedores fosse iniciado. O Santos representava naquele momento o sonho de todo garoto que começava a entender futebol, a dar seu primeiro chute numa bola. Ano em que o time conquistou o tri-campeonato paulista, Pelé marcava o milésimo gol e véspera da maior conquista do futebol brasileiro que foi o tri-campeonato do México em 1970.

A maior Torcida de manifesto...

A Torcida Jovem ao longo de sua história sempre foi considerada pela imprensa e pelo povo de modo geral uma torcida politizada. Desde a nossa fundação a nossa maior preocupação e o maior objetivo é incentivar e acompanhar o Santos Futebol Clube em todas as suas jornadas. Porém com o crescimento da Torcida as idéias diversificaram. Em 1970 participamos da oposição na eleição do Santos F. C. de lá para cá nunca ficamos inertes da vida política do nosso clube, sempre participando em nome da galera alvi-negra. Sempre tivemos uma posição independente, sempre assumindo os compromissos em prol do Santos F. C. tivemos representantes no conselho deliberativo do nosso clube. No início da vida de nossa torcida, ainda instalada na Av. Senador Queiroz, onde começamos a pensar em ser um grêmio recreativo e cultural, discutíamos todos os assuntos de interesse social.

Foi realmente uma época com dificuldades, repressões. Os companheiros da época sentiram que o futebol era usado como trampolim político, a partir daí, começaram a se preocupar seriamente para que o nosso grêmio não se alienasse a esse processo. Por isso democraticamente passaram a discutir a vida política e social do município, estado e país. Vamos descrever algumas passagens, onde nossa entidade esteve verdadeiramente identificada. Campanha de anistia ampla, geral e irrestrita, onde inclusive nosso companheiro Cosmo Damião foi indicado coordenador. Na memoral campanha das diretas já, nossa bateria nota 10 esteve presente em todos os comícios na capital de São Paulo. Participamos também da luta pela autonomia política da cidade de Santos. Fomos um dos fundadores da A.T.O.E.S.P. (Associação das Torcidas Organizadas de São Paulo) e da A.T.O.S. (Associação das Torcidas Organizadas de Santos). No Impeachment do Collor, participamos das grandes passeatas na capital de São Paulo com bandeiras e a nossa bateria nota 10. Instalados na nossa antiga sede desde 1978, participamos juntos com os moradores do Bixiga de várias reuniões para reivindicações das melhorias do bairro por exemplo: O cercado e a construção do Play Ground da Praça Pérola Byington; campanha de Natal das crianças pobres do Bixiga; e várias outras. Queremos mostrar a todos nosso quadro de associados que ao longo desses anos, sempre participamos ao lado da sociedade, das lutas pelo bem estar de todos. Os nossos quase 38 anos de glórias só foram conseguidos com a união de todos e o idealismo de todos aqueles que amam a Torcida Jovem e constroem algo em prol do Santos F.C., sempre mantendo a tradição pelos interesses do torcedor que são eles: estudantes, trabalhadores e pais de família, lutando pela paz nos estádios.


Leões Da Fabulosa


História

Os Leões da Fabulosa surgiram em 26 de fevereiro de 1972 com a frase: entram em campo os leões da Portuguesa com sua fabulosa torcida frase esta utilizada para representar a entrada do time da Portuguesa, que era tida como imbatível. A partir daí os Leões vem sendo uma das maiores organizadas do Brasil. Esta história é passada de geração para geração, pois ontem eram nossos pais que estavam nas arquibancadas torcendo e sempre incentivando a nossa gloriosa Associação Portuguesa de Desportos, hoje somos nós que sofremos a cada tropeço e vibramos muito a cada vitória.

Todos os presidentes e diretores que passaram pelos Leões foram de extrema importância, para que a torcida viesse a se tornar o que é hoje, vibrante e que nunca desiste de nada, aconteça o que acontecer.

No decorrer desses anos tivemos dificuldades, alegrias e muita união, garra, amor e dignidade para colocar os Leões como a torcida vitoriosa que é hoje.

Os Leões não são simplesmente uma torcida ou um grupo de amigos que torcem para Portuguesa, os Leões sempre foram uma família que deu seu sangue pela Portuguesa onde quer que ela esteja, sendo assim hoje podemos resumir os Leões como uma torcida de união, amor, dignidade, raça e sempre buscando um objetivo maior para que juntos possamos fazer uma torcida vitoriosa que sempre foi e sempre será.

Onde quer que a Lusa esteja sempre estará com ela os, Leões da Fabulosa. Ser Leão não é apenas vestir uma camisa, ser Leão é Ter Amor, Raça e Dignidade, pois um Leão não tem medo de nada, nunca deixa de acompanhar a Lusa, e está sempre nas arquibancadas onde quer que seja para apoiar e mais do que tudo dar o sangue se preciso pela Lusa, portanto ser Leão é estar acima de tudo e de todos ser Lusa até a morte.

Os Leões da Fabulosa podem não ser a maior organizada do Brasil e com certeza nem a menor, mais sim a mais vibrante, pois onde for que os Leões estejam a festa nas arquibancadas está garantida.

A cada dia que se passa os Leões vem crescendo com uma estrutura cada vez mais sólida e com um pensamento de que não é preciso apenas ser mais um, tem que haver união e garra para que possamos a cada dia melhorar e poder ajudar sempre a Lusa seja como ela estiver.

Ser Leão é ter orgulho de si mesmo, é ir para onde a Portuguesa for incentivando e derrubando todos os obstáculos que colocarem em nossa frente pois somente dessa maneira iremos a cada dia que passar ser maiores e vitoriosos.

Então quando alguém perguntar de que torcida você é, encha o peito e diga com muito orgulho: Leões da Fabulosa


Torcida Fúria Independente

História

Nossa história começa em um momento de grande dificuldade, em 1994 ocorre o "boom" da violência nos estádios paulistas, culminando na proibição das torcidas organizadas em todos os estádios do estado e na marginalização de seus associados perante à sociedade. Nesse mesmo momento o movimento das torcidas organizadas do Guarani estava um fracasso, dinheiro era dado aos lideres para comprar opiniões e tentar esconder as irregularidades administrativas cometidas pela então diretoria do clube.

Revoltados com essa situação e com o rumo que o Guarani estava tomando, torcedores se reuniram e fundaram no dia 13 de maio de 1995 a Torcida Fúria Independente. O pensamento era de revolução para salvar o Guarani e a honra de sua torcida que estava sendo manchada.

A fundação foi um pequeno passo desta grande caminhada que estaria por vir. Em agosto de 1995 as torcidas são definitivamente banidas em São Paulo, restava portanto à Fúria representar a família Bugrina nos estádios de outros estados. Foi assim até o ano de 1998 quando de uma forma muito tímida gritos de guerra começaram a ser puxados dentro do Brinco de Ouro por membros da torcida. Reuniões e concentrações antes e após os jogos começaram a ser freqüentes. A partir daí a Fúria não parou de crescer.



- Postado por: Willian Kury às 14h43
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Análise Tática Pré-Jogo

Por falta de tempo para fazer uma análise completa da partida de hoje a tarde, no estádio do Morumbi, reproduzirei aqui a bela reportagem produzida por Paulo Amaral e Rafael Ribeiro, para o site Gazeta Esportiva.

O jogo de número 326 da história entre Palmeiras e Corinthians escreverá um capitulo especial neste domingo, a partir das 16 horas, no estádio do Morumbi. Será o terceiro duelo do ano entre os rivais mais tradicionais do Estado na temporada em que o dérbi da capital completa seu 90º aniversário.
Para sair vitorioso pela primeira vez no ano, o Corinthians precisará resgatar o momento que vivia quando se encontraram em 30 de junho, no primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Então comandado por Paulo César Carpegiani, o Timão ainda não havia sido derrotado na competição e sonhava com a conquista do pentacampeonato.

O Palmeiras, por sua vez, vinha de cinco jogos sem vitórias e era apontado como zebra diante da equipe de Parque São Jorge. No final, com um gol do zagueiro Dininho, o Verdão somou três pontos e iniciou uma seqüência de resultados positivos, enquanto o Alvinegro entrou em profunda crise e passou dez partidas sem conseguir um único êxito.

Dar o troco no rival, colocar fim a uma série de três derrotas seguidas e iniciar a arrancada para longe da zona de rebaixamento é o pensamento que move o Corinthians. Palavra do provocador Vampeta: “Se for o caso, podemos até nos espelhar no Palmeiras do primeiro turno, pois eles não vinham bem e engataram uma boa série de vitórias depois de ganhar da gente. Se acontecer, podemos conseguir uma seqüência de duas ou três vitórias e subir algumas posições. Será bom para nós e ruim para o Palmeiras”, raciocinou.

Sem perder o bom humor, o volante mostrou confiança na recuperação do Timão no campeonato e admitiu que ainda sonha levar a equipe ao G-4, grupo dos classificados para a Libertadores de 2008. “O Corinthians nasceu para disputar títulos, mas o São Paulo já disparou e está difícil, então temos que pensar no que nos sobra, que é uma vaga na Libertadores. O risco da Segunda Divisão existe, mas não imagino o Corinthians jogando às terças e sextas”, brincou.

Pensamento semelhante mostrou o goleiro Felipe, de volta ao time depois de ser poupado na derrota frente ao Botafogo por causa de uma forte enxaqueca. “Se perdermos, corremos o risco de voltar à zona de rebaixamento e isso é perigoso nessa altura do campeonato. Palmeiras e Corinthians fazem um campeonato à parte e não há nada melhor para sair dessa situação do que ganhar do maior rival”, receitou.

Para conseguir êxito na missão, o técnico Zé Augusto, prestigiado por Antoine Gebran, mas ciente de que sua cabeça está a prêmio, fará outras mudanças na equipe. Além do retorno de Felipe, mexerá no setor de meio-campo para a volta de Rosinei, ausente desde 22 de agosto.

Devido à contusão de Gustavo Nery, Carlão deve ficar fixo na marcação pela esquerda, liberando Vampeta, Rosinei, Aílton e Héverton para uma saída em bloco em busca de Finazzi, que estará isolado no ataque.

“Espero que possamos ter mais concentração e que possamos repetir o futebol apresentado na vitória sobre o Santos. Treinador vive de resultados e eu não sou diferente, por isso espero uma vitória sobre o Palmeiras para ter mais tranqüilidade para dar seqüência no trabalho”, disse José Augusto.

Motivação - “Vai ser um jogão, bom de assistir. Se eu fosse torcedor não iria perder por nada. Até pay-per-view eu pagaria”. Com bom humor parecido ao de Vampeta, o goleiro Marcos faz uma síntese mais que perfeita do que os palmeirenses esperam para o clássico de domingo. Na quinta colocação com 40 pontos, a equipe precisa da vitória para seguir na briga por uma vaga na Copa Libertadores. O tropeço de 2 a 1 para o Atlético-PR, na Arena da Baixada, pesou , mas o discurso em relação ao rival é de respeito.

“Clássico não tem favorito e precisamos de toda a atenção necessária para sair com uma vitória. No primeiro turno, o Corinthians vinha melhor que nós na competição e acabamos vencendo. É repetir aquela situação e entrar em campo com dedicação”, assegurou o zagueiro Nen.

Atrás de Marcos e Edmundo, ninguém enfrentou tanto o rival quanto ele no atual elenco. A estréia com a camisa palmeirense aconteceu justamente no clássico válido pelo primeiro turno do Brasileirão de 2004. Resultado: goleada por 4 a 0 e a fama de pé-quente que vem sendo mantida neste ano, com duas vitórias em duas partidas realizadas.

Mas os atletas palmeirenses não são ingênuos e reconhecem que estavam em baixa nos duelos válidos pelo Campeonato Paulista (3 a 0) e primeiro turno do Brasileirão (1 a 0). Por isso, ninguém sabe o que esperar do rival em campo.

“As duas vitórias foram boas, mas já fazem parte do passado. Em ambos os jogos o Corinthians estava em um momento melhor. É a prova que não existe favoritismo”, ressaltou o volante Martinez, citado pelo corintiano Rosinei como um dos jogadores mais perigosos do Palmeiras.

A meta é ver o Verdão alcançar a regularidade que pode lhe levar de volta à Libertadores e o técnico Caio Júnior ganha um importante reforço para surpreender: o meia Valdívia. Afastado das duas últimas rodadas com uma contusão na região da bacia, o Mago não sente mais dores e está confirmado. Francis se contundiu na sexta-feira e Makelele deverá permanecer na equipe. Dininho e Gustavo, suspensos, darão lugar a Nen e David. 


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PALPITE: 2 A 2




- Postado por: Willian Kury às 12h46
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