Quem faz o Realidade Esportiva

Willian Kury
Estudante de jornalismo. É torcedor do São Paulo Futebol Clube e apaixonado por esportes, principalmente por automobilismo e futebol. Na profissão, admira profissionais como Mauro Beting e Paulo Vinícius Coelho.

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São Paulo Campeão Mundial Interclubes de 1992


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Santos Campeão Mundial Interclubes de 1962


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Grêmio Campeão Mundial Interclubes de 1983


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Futebol Carioca

Adriano é uma boa?

Na última quinta-feira (10), Vanderlei Luxemburgo, assim como já tinha feito o Palmeiras dias atrás, descartou qualquer possibilidade de Adriano jogar pelo rubro-negro no momento. Segundo o treinador, o atacante não se encaixa na filosofia do clube.

Mas, qual será a filosofia do Flamengo?

Certamente não é a mesma de um ano atrás, quando Adriano ainda jogava, e bem, pela equipe.

Além da alta folha de pagamento que o clube já possui, fato é que contratar Adriano agora poderia ser ruim para o bom ambiente do FLA.

Com relação às despesas que a contratação de Adriano poderia acarretar, existem algumas saídas. Uma delas poderia ser um contrato de produtividade. No entanto, dificilmente Adriano aceitaria.

Já para bancar o alto salário do atacante, porém, é quase inevitável não contar com o auxílio de empresas e patrocinadores.

Contudo, quem vai querer vincular a sua imagem com a de Adriano? 

Atrasos em treinamentos, pouco comprometimento com suas equipes, rendimentos abaixo do esperado dentro de campo e, sobretudo, polêmicas e boatos fora dele.

A contratação de Adriano, seja pelo Flamengo ou pelo clube que for, será de alto risco. Não só pelos valores em questão, mas, principalmente, pelo claro desinteresse do jogador e seus repetitivos problemas disciplinares.

Adriano ainda é novo, tem muito talento, e o simples fato de estar em campo já é um agravante para as defesas adversárias. Mas tais motivos já são suficientes para correr o risco e investir no jogador?

Será que Adriano está de fato preocupado com o rumo que a sua carreira está tomando?

Aproveitaria uma nova oportunidade?

O Flamengo resolveu não pagar pra ver.

Literalmente.



- Postado por: Guilherme Rodrigues às 01h08
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Em primeira mão!

Acordo de Maikon Leite com o Palmeiras garante 30 % dos direitos econômicos do jogador ao Santos

O diretor de futebol do Santos, Pedro Luiz Nunes Conceição, revelou no último domingo (20) , em entrevista para a rádio Jovem Pan, que o Santos, apesar de ter seu contrato com Maikon Leite se encerrando no dia 23 de junho, ainda ficará com 30% dos direitos econômicos do jogador após a sua saída.

O atacante assinou um novo pré-contrato com o Palmeiras na última semana, com uma multa de cerca de R$ 60 milhões para clubes brasileiros e R$ 136 milhões para clubes estrangeiros.

Segundo Conceição, o Santos não foi tão prejudicado na negociação, pois, ao assinar o pré-contrato com o Palmeiras, Maikon fez questão de assegurar 30 % do seu passe ao Alvinegro. Assim, se o jogador for negociado pelo Palmeiras, o Santos terá direito a uma parte considerável da transação.

Ainda de acordo com Conceição, o Santos tentou por duas vezes renovar o contrato de Maikon Leite, uma no meio do ano passado, antes do jogador ser emprestado ao Atlético- PR, e a outra no início do ano. Os altos valores devido à valorização do jogador, porém, que recebeu propostas de Flamengo e Palmeiras, dificultaram o acerto.

Em minha opinião, o principal erro da diretoria foi emprestá-lo sem renovar o contrato antes. Se não foi possível, era melhor manter o jogador. Muitos já conheciam o potencial do atleta. Alguns, no entanto, duvidaram de sua capacidade de recuperação após uma grave lesão. Jogadores que passam por cirurgias levam um bom tempo para voltar a sua melhor forma. Caso parecido aconteceu com Jonas, que demorou em reencontrar o seu bom futebol após uma séria contusão.

Pior para o Santos, que não acreditou no potencial do jogador, e melhor para o Palmeiras, que ganha um bom reforço para o segundo semestre.

Ainda assim, visto que a Libertadores termina no dia 22 de junho e o contrato de Maikon Leite com o Santos se encerra no dia 23 do mesmo mês, somado ao bom desempenho do jogador até então, me parece mais sensato e inteligente ele continuar sendo aproveitado por Adilson.

 

Corinthians x Santos - Análise

O futebol atual prova cada vez mais que times que jogam retrancados, de maneira burocrática, com medo, sem se impor em campo, quase sempre se dão mal. No clássico do último domingo, Tite entrou com uma formação mais ofensiva no Corinthians. Com Morais, Dentinho e Jorge Henrique, formou um time leve e agressivo.

Já Adilson Batista, apesar de possuir jogadores para jogar de uma maneira ofensiva, optou, assim como já tinha acontecido na estréia do Santos na Libertadores, por um time mais cauteloso. Sem Zé Eduardo, substituído por Diogo no ataque devido a sua altura, segundo justificou Batista, e com Robson, um jogador normal sendo responsável pela criação da equipe, o Santos foi um time comum, deixando de lado a sua principal e mais forte característica: jogar para cima.

Na coletiva pós-jogo, Adilson, irritado com algumas perguntas, preferiu ressaltar o fato do Santos ter deixado de sofrer gols de cabeça nos últimos jogos. As saídas de Zé Love e Maikon Leite e as entradas de Diogo e Danilo deixaram o time mais alto. Ainda que tal situação deixe o time mais fragilizado no ataque, o importante, segundo seu treinador, é o Santos não sofrer gols de cabeça.

Se Adilson ficar achando que em Libertadores um time não pode jogar aberto, de uma maneira ofensiva, cometerá um grande erro. Treinador que chega com estigma de “técnico de Libertadores” não costuma obter sucesso.

No ano passado, o Inter demitiu Jorge Fossati na semifinal da principal competição da América. E acertou.  Afinal, o time não chegou até lá devido ao Fossati, e sim apesar do Fossati.

O Santos é um time forte com um técnico ainda indeciso. O Presidente Luís Álvaro Ribeiro disse nunca ter visto um treinador que estuda tanto os seus adversários como Adilson Batista.  Será que ele não está preocupado demais em “anular” os seus rivais e esquecendo-se de armar o seu time da melhor maneira possível?

Cuidado, Adilson!



- Postado por: Guilherme Rodrigues às 16h26
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Paulistão 2011

Professor Pardal em ação

Paulo César Carpegiani em treino do Vitória. Foto: portalibahia.com.br

"O que conseguimos aplicar foi o acerto da marcação sob pressão na linha um, quando entra na linha dois, ou seja, na hora que o adversário entra no nosso sistema defensivo e temos que marcar. Essa forma que trabalhamos a semana inteira é a que entra muito próxima da realidade da partida" – declarou Sérgio Baresi, ex-técnico do São Paulo, em agosto de 2010

Será que os jogadores estão compreendendo a complexa linguagem de alguns treinadores?

 

O trabalho de treinador muitas vezes é supervalorizado. Na época em que Lula era o comandante do Santos de Pelé, Pepe, Coutinho e Cia, ele mesmo admitia que, se não atrapalhasse, já seria uma grande coisa. E eu também penso assim.

O bom técnico você não detecta quando ele dirige um time forte, com qualidade, vencedor. E sim quando ele assume e precisa arrumar uma equipe ruim, desorganizada taticamente, sem jogadores que possam decidir uma partida em um lance. Quando o time é bom, o seu principal trabalho se restringe a administrar vaidades, esboçar um esquema de jogo e pronto, certamente mais de meio caminho já está percorrido.  

Mas muitos não se contentam em não atrapalhar e fazer o simples. Precisam ser notados e resolvem inventar, criar nomenclaturas.  

São Paulo: confusão tática

Nem mesmo o tricolor mais fanático deve ser capaz de escalar o time atual do São Paulo e, muito menos, de entender as “estratégias” de Carpegiani. Um dia são três zagueiros, no outro dois. E os alas então? Cito pelo menos uns quatro que já foram deslocados para a faixa lateral de ataque do campo durante o jogo. Fernandinho, Marlos, Carlinhos Paraíba e Ilsinho. E nenhum deles, com exceção de Ilsinho, é lateral de ofício.  

O treinador, se o time não está rendendo dentro de campo, precisa e deve estudar possibilidades, criar alternativas. Mas até certo ponto. É preciso uma base de titulares, um esquema tático que prevaleça para o entrosamento dos jogadores, caso contrário e a bagunça será total.

O zagueiro Miranda, na última terça, em entrevista coletiva, criticou, nas entrelinhas, Paulo César Carpegiani, que de fato parece perdido. "O sistema é muito frágil e vulnerável. Nossa equipe joga muito para cima do rival, para fazer gols e, em contrapartida, fica desprotegida atrás"

Mas a culpa por maus resultados não é só de Carpegiani. O São Paulo, apesar de contar com um bom elenco, ainda mais quando retornarem os atletas que estão na seleção sub-20, possui jogadores que não vivem boa fase e que rendem muito abaixo do esperado. São os casos de eternas promessas como Fernandinho, Dagoberto, Marlos, todos revelações em seus clubes, e de “medalhões” como Cléber Santana e Marcelinho Paraíba. Já Rivaldo, em um time cheio de atletas que só sabem correr com a bola, tem tudo para ser útil e ajudar apesar da idade.

Embora não seja o elenco dos sonhos, se Carpegiani fizer o simples, como falei, já será o suficiente para o time do Morumbi ser competitivo e lutar por títulos em 2011. 

 

Palmeiras: simplicidade

Se no Sâo Paulo a desordem tática prevalece, Felipão, no Palmeiras, mostra porque é campeão do mundo. Em um time que possui um elenco limitado e com menos opções do que o rival, Scolari formou uma equipe aguerrida, organizada e com equilíbrio. Nada de invenções, até porque Felipão não tem jogadores para jogar de ala ou de atacante aberto pela esquerda, pela direita. A necessidade fez que com ele montasse um time que faz o simples. O Palmeiras não precisa de reforços apenas para conquistar títulos, até para virar um jogo é necessário, faltam peças para modificar uma partida por exemplo. Mas o Palmeiras é um time que simplifica e que, somado a dois ou três jogadores acima da média que possui, já é capaz de jogar de igual para igual com qualquer adversário.

Uma prova de que o futebol é simples, basta não complicar.



- Postado por: Guilherme Rodrigues às 16h43
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Empresários mandam nos jogadores?

Casos como o de Ganso podem abrir uma discussão: Jogadores de futebol estão sendo gerenciados ou comandados por empresários?

 

 

Paulo Henrique Ganso foi procurado três vezes pelo Santos para discutir um novo contrato. Os valores oferecidos foram parecidos aos que o Santos paga atualmente ao Neymar, que boa parte da quantia, por sinal, é ganha pelos direitos de imagem, através de publicidades e propagandas.

 

Ganso, que diz já ter 100% dos seus direitos de imagem e não precisar de detalhes como o Santos lhe custear um curso de inglês, por exemplo, não aceitou a proposta. Logo em seguida, em agosto de 2010, o atleta sofreu uma grave lesão e as coisas estacionaram.

O Santos ficou com um pé atrás sobre o que Ganso poderia render? Ou talvez não fosse a hora certa de dar um aumento salarial para um jogador que ficaria 6 meses parado?

 

“A Inter me quer e o Santos não me valorizou”, disse Ganso

 

Ganso podia até argumentar, como argumentou, que o clube não o valorizou, o deixou de lado após a contusão. O que não é verdade. O Santos continuou dando total apoio ao atleta durante a sua recuperação. E ficou de discutir um novo contrato em 2011.

Mas, o principal ponto é que, após a lesão, o foco passou a ser outro: A preocupação com a sua recuperação. Não ocorreu nenhuma teoria da conspiração, nenhuma desconfiança com relação ao seu futuro como deixou nas entrelinhas Ganso em uma coletiva. E o próprio atleta sabe disso.

 

O que aconteceu é que o jogador, que dizem ter uma personalidade forte, foi incentivado a criar uma briga pela DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, e que administra a sua carreira. Os empresários, que possuem 45% dos direitos econômicos do atleta, estão brigados com o Santos e estão fazendo de tudo para colocar o jogador contra a diretoria e a torcida. O Santos está tentando readquirir parte dos direitos econômicos de vários atletas seus que pertencem ao grupo Sonda. O clube relutou em passar a quantia pertencente à DIS nas vendas de Wesley e André e trava na justiça uma batalha para anular o contrato que, na época, fez com que o Sonda adquirisse, por exemplo, parte dos direitos econômicos de Neymar e Ganso por quantias bem pequenas.

 

Todo esse episódio só é prejudicial ao atleta. Independente de sair agora, ou em 2, 3 anos do Santos, Ganso já tinha o reconhecimento da torcida. Um ídolo, porém, precisa de atitudes corretas, não basta à genialidade dentro de campo.

 

Ganso deveria, assim como fez em 2010, na final do Campeonato Paulista, com o técnico Dorival Júnior, ter dito “NÃO” aos responsáveis por sua carreira e dizer: Eu não vou comprar uma briga que é de vocês (Sonda) com o Santos, não me coloquem nessa. Mas não fez, faltou personalidade. Naquele jogo contra o Santo André, Dorival Júnior cometeria um erro se o retirasse de campo. Ganso, que era o único do Santos em campo capaz de segurar a bola naquele momento do jogo, percebeu, acima de tudo, a injustiça que o treinador cometeria e, inconformado, se negou a sair das quatro linhas.

 

Ganso não venceu apenas o Santo André e o Paulistão naquele dia, mas também teve coragem de bater de frente com o treinador. Por quê? Pois ele se garante dentro de campo.

 

Para os empresários, jogador de futebol diz sim sem pensar duas vezes

 

Os jogadores de futebol atualmente são coniventes com os empresários, acham que dependem dele para o sucesso de suas carreiras. Quando na verdade é quase sempre o contrário. O empresário é que depende do jogador. No caso do Ganso, pelo menos, não há dúvidas que ele terá um futuro brilhante pela frente, jogará na Europa, será o 10 da Seleção Brasileira nos próximos anos. E certamente chegará lá devido ao seu futebol, e não porque é bem ou mal gerenciado por empresários.

 

Os empresários muitas vezes atrapalham o jogador. Além da infelicidade de Ganso, citada acima, podemos citar outro caso recente em que o jogador se deixou levar por empresários. Maikon Leite, atacante do Santos, assinou um pré-contrato com o Palmeiras porque a empresa que detém 80 % de seu passe também está em litígio com o clube da Baixada. Assim, foi recomendado que ele assinasse com outro time e nem ouvisse a proposta da diretoria santista. Agora, começou o ano e Maikon Leite é titular do Santos, artilheiro do time até então, e parece já estar arrependido de ter tomado uma atitude até certo ponto intempestiva. 

 

Cada um sabe o que faz e qual a melhor maneira para administrar a sua carreira. Existem sim bons empresários, que aconselham os jogadores, gerenciam de fato as suas carreiras.  O problema é quando o jogador acredita que o empresário é maior que ele e que o clube. Quantas vezes não lemos ou ouvimos jogadores em negociação quando perguntados, por exemplo, em que clube jogarão, responderem que é melhor perguntar para o seu empresário, que está cuidando da negociação e sabe qual será o seu destino?

 

E aí está o erro. Não se pode deixar tudo na mão do empresário. Normalmente os “agentes” estão mais preocupados com eles do que com seu cliente, o jogador. Pensam em negociar o atleta não porque será bom para a sua carreira, mas sim porque ele (o empresário) receberá com a transação.

 

“Eu como profissional não perdi, adiei um ganho para o futuro”, declarou o empresário Wagner Ribeiro após a não venda de Neymar para o Chelsea

Ribeiro confessou que, ao não negociar o atleta, deixou de lucrar. Agora, o que você acha, os empresários estão mais interessados  na carreira do jogador ou com o próprio bolso?



- Postado por: Guilherme Rodrigues às 21h13
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BRASIL X HOLANDA – COPA 2010

Futebol é também momento....

Em entrevista coletiva, Dunga diz que equipe estava preparada apenas para vencer...E tem razão. Ao tomar a virada, time perde a cabeça e sente falta de alternativas para mudar o jogo

 

Análise:

A Holanda de 1998 derrotada pelo Brasil na semifinal da Copa da França era melhor do que a atual. É só pensar em Kluivert, Overmars, Davids, Seedorf... Certamente a atual equipe holandesa está abaixo daquela.

Porém, a Holanda de Sneijder e Robben é um time mais preocupado com a marcação, mais bem posicionado em campo e que dominou o Brasil no 2° tempo de jogo, ainda que dominada no 1°.

Acontece que a inferioridade da seleção brasileira de hoje também é notória se comparada com outros times que o Brasil já possuiu em Copas. Ronaldo, Rivaldo, Romário.. Mas, fazer caça as bruxas, existem culpados..?

Em 4 anos de trabalho, Dunga foi uma pessoa coerente e se orgulhava, e muito, ao receber tal rótulo. A coerência, assim como a unanimidade, porém, muitas vezes é burra. Já a unanimidade nacional pelas convocações de atletas que poderiam de fato mudar uma partida, como Paulo Henrique Ganso e Ronaldinho Gaúcho, era correta, embora ignorada pelo arrogante treinador.

Falo arrogante pois acompanhei, de longe, muitas das entrevistas e das atitudes de Dunga ao longo dos 4 anos dele sob o comando da seleção. Não foram poucas as vezes em que o técnico atacou a imprensa desnecessariamente. Recentemente, já na África do Sul, ao ser questionado sobre o bom momento de Robinho, rebateu o repórter dizendo que o jornalista em questão era o mesmo que pedia a não convocação do atacante santista há um ano atrás. Dunga dizia que muitos jornalistas têm memória fraca e ele, para tristeza de muitos, era bom de cabeça e sabia muito bem o que diziam de sua seleção. Até aí tudo bem.

Memória seletiva?

Não foram poucos os casos em que torcedores e profissionais da imprensa criticaram algumas de suas escolhas, tais como deixar de lado atletas que poderiam definir um jogo a qualquer momento, convocações erradas e, principalmente, a insistência com o perigoso e imprevisível Felipe Melo.

Lembro bem que no começo do seu trabalho, Dunga convocou para a seleção atletas como Afonso, Fernando, Jô e foi muito criticado pela mídia em geral... Acabou ficando claro que as contestações da imprensa tinham fundamento, pois tais jogadores não foram nunca mais chamados. Mas Dunga apagou tais fatos da memória.

Exagerou na dose?

Ao ser contratado e designado a fazer uma reformulação na Seleção, Dunga embarcou demais nessa idéia, forçou na mudança e terminou por partir de um extremo ao outro... Em 2010, acompanhamos uma seleção que mais parecia um quartel general, devido ao regime fechado, e com atletas que jogaram bem há 3 anos atrás e passaram a ter lugares cativos no time. O mesmo lugar cativo que Dunga tanto lutou para que terminasse.

A equipe que disputou a Copa América de 2007 surpreendeu positivamente, mas não podia servir de base para uma Copa do Mundo. Naquela ocasião, quando jogadores como Kaká e Ronaldinho Gaúcho se recusaram a ir, Dunga valorizou atletas como Josué, Daniel Alves e Júlio Baptista que disputaram o torneio e foram campeões. Foi a primeira impressão que ficou... Dunga ignorou por exemplo o péssimo momento de Júlio Baptista no Roma e o bom 1° semestre de 2010 de Ronaldinho no Milan, tudo por causa da tal relação de confiança...Ainda assim vale lembrar que a Copa América de 2007 foi vencida após uma exibição brilhante diante da Argentina na finalíssima... E só. Na semifinal, vencemos o Uruguai nos pênaltis após um jogo complicadíssimo.

Foi uma competição que deixou várias impressões negativas. Uma delas a de que jogar fechado e com dois ou três volantes é um bom caminho.

Apesar disso, Dunga fez sim um bom trabalho na seleção durante 3 anos... Venceu quase tudo o que disputou, exceto as Olimpíadas, e armou um time competente, talvez pragmático, mas forte em jogadas aéreas e bom na marcação. No entanto, como falei anteriormente, Dunga acreditou muito na montagem de um time eficiente, podemos dizer até copeiro... E, para piorar, tentou implementar algo parecido com o que ocorreu na Copa de 1994, quando o time era desacreditado pela imprensa e utilizou isso como uma maneira de motivação.

Erros fatais

Em 2010, Dunga fez questão de deixar claro que quem mandava ali era ele, que quanto mais pedissem certos nomes para a Seleção menos adiantaria. Talvez, se tivesse ouvido alguém além do Jorginho, teria optado, por exemplo, por volantes que saíssem para o jogo, como aconteceu na escalação diante do Chile. Não foram poucas às vezes, por sinal, que foi comentado que Ramires deveria e poderia sim atuar ao lado de Gilberto Silva... Nas oitavas da Copa, entrou bem e deu outra dinâmica para o time.

Por que o Kléberson na seleção? Quem além do próprio Dunga foi favorável a sua convocação? Grafite, Gilberto... Faltaram opções no banco de reservas e sobrou arrogância no comando da seleção.

Para ser técnico de futebol o sujeito precisa ser de fato teimoso. Perder faz parte do jogo, vencer Copa do Mundo não é fácil, o Brasil poderia ter caído nas oitavas de final ou mesmo na primeira fase... O que não pode é repetir erros ou tentar ignorá-los, como aconteceu na Copa da África para o Brasil

Já a seleção atual provou estar mais para a de 1990 do que para a de 1994.

E por que Dunga não apresentou a mesma prepotência de coletivas anteriores após o revés diante da Holanda?



- Postado por: Guilherme Rodrigues às 17h06
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Copa do Mundo 2010

Está chegando a hora!

por Willian Kury

 

A bola finalmente rolou no CT do Caju, em Curitiba, onde a seleção brasileira se concentra antes do embarque para a Copa do Mundo da África do Sul. A boa vontade da comissão técnica com a imprensa e a torcida parece ter aumentado depois da reação positiva de segunda-feira, quando pela primeira vez o público foi liberado para acompanhar o treino físico no período da tarde.

Desta vez os portões do centro de treinamentos do Atlético Paranaense foram abertos pela manhã e um grupo de cerca de 600 torcedores, incluindo 50 crianças de uma escola para alunos com necessidades especiais, pode acompanhar a primeira movimentação com bola no gramado. Fotógrafos, cinegrafistas e reportes foram surpreendidos e rapidamente partiram da Rua Lupionópolis para a entrada principal, no Estrada do Ganchinho.

Em campo, dois grupos divididos, cada um com dois tipos de coletes, faziam um treino de dois toques em campos reduzidos. O
atacante Luis Fabiano participava normalmente, mas o meia Kaká não apareceu, ficando na sala de musculação realizando trabalhos físicos. Outro que não estava em campo era o goleiro Julio César, que até o fim da atividade ainda não havia chegado na capital paranaense.

O clima, antes de tensão no lado de fora do CT, mudou completamente com a liberação. A torcida, que antes xingava o treinador, agora mudava radicalmente o discurso: "Dunga, nós confiamos em você!", era o coro das crianças, muitas delas chegando junto com os professores, que deixaram as aulas para uma atividade exta-classe especial. Até
jogadores como Doni, contestado, e Ramires, muitas vezes esquecido, ganhavam gritos de incentivo.

A programação da seleção segue como nos dias anteriores, com treinamentos em dois períodos e entrevista coletiva após o almoço de dois jogadores apenas. Na quarta-feira pela manhã, às 11h45, a delegação parte para o aeroporto Afonso Pena, onde se despede da torcida paranaense rumo à Brasília, última escala antes da África do Sul.



- Postado por: Willian Kury às 12h00
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Futebol 2010 e duelos entre Seleções Estaduais (RIO x SP)

Mercado europeu menos agitado, times repatriando jogadores e investindo cada vez mais... Os campeonatos regionais, alguns deles com início marcado já para o próximo final de semana, a “Copa do Brasil” e a “Taça Libertadores da América”, competições agendadas para o primeiro semestre, devem proporcionar muita emoção aos torcedores.

O Corinthians, no ano de seu centenário, está acertando um patrocínio de 50 milhões de reais por ano, algo impensável anos atrás. O futebol é olhado como um bom negócio por investidores. Melhor para os clubes que, com ações de Marketing criativas, aproveitam para arrecadar boas quantias financeiras e montar times fortes.

Criatividade e seriedade, assunto que abordarei mais abaixo, é o que falta aos responsáveis pela organização dos campeonatos.

É cedo ainda para prever um favorito para cada competição, até mesmo porque algumas das equipes ainda seguem se reforçando. Corinthians, São Paulo, Flamengo, Internacional e Cruzeiro, por sinal as cinco equipes brasileiras na “Libertadores”, possuem times mais equilibrados e despontam como os possíveis destaques de 2010.

Já Palmeiras, Fluminense, Atlético-MG, Vasco, Santos e Grêmio contam com alguns bons jogadores, mas carecem de um maior número de atletas com qualidade. Mas nem por isso deixarão de incomodar e lutar por títulos na temporada 2010.

Rio x SP

Até pouco tempo, o futebol do estado do Rio de Janeiro, comparado com o de São Paulo, era considerado muito inferior. Os títulos do Flamengo e do Vasco e o fortalecimento de Fluminense e Botafogo, após maus momentos em 2009, no entanto, deixaram agora o futebol carioca tão forte quanto o paulista.

Portanto, seria interessante poder acompanhar confrontos entre seleções regionais, algo que já aconteceu em décadas passadas, até para acirrar a rivalidade sadia entre os estados. O último torneio parecido foi o Rio- São Paulo, na década de 90, disputado entre os quatro grandes de cada estado.

Dizer que o calendário é algo que inviabiliza este tipo de partida é balela

Por exemplo, o Campeonato Paulista, ao invés de ter 20 equipes, o que é um exagero, poderia ter 12, talvez, proporcionando um maior tempo de pré-temporada aos clubes, que contam apenas com duas semanas para se preparar, e também, com a Federação Paulista, elaborar jogos alternativos, entre seleções estaduais, em parceria com outras Federações...

No entanto, o principal interesse dos responsáveis pela realização dos campeonatos regionais, como acontece na Copa São Paulo de futebol júnior, que conta com 92 clubes, é agradar o maior número possível de cidades e dirigentes ligados direta ou indiretamente às Federações, para o fortalecimento político.

Não que eu não defenda times menores, com pouca estrutura. Acontece que um campeonato inchado faz com que clubes sem a mínima condição financeira e estrutural participem dele. O Rio Branco de Americana, a exemplo do Oeste de Itápolis no ano passado, levará o seu jogo contra o Santos para o Pacaembu com o intuito de arrecadar mais.

Se não há condição financeira para disputar a primeira divisão, ou se vencer as partidas está em segundo plano, nada melhor para essas equipes do que elas disputarem a segunda, terceira divisão, até para não estourarem seus orçamentos.

Mas a Federação não quer perder força política. Times menores precisam ser ajudados, é claro, mas de uma maneira diferente. A Federação Paulista, por exemplo, possui uma sede e um capital que poucos clubes no estado possuem... Algo precisa ser repensado.

O fato é que o Paulistão deveria ser enxugado, viabilizando datas para pré-temporada e demais jogos amistosos, não somente entre estados, mas entre times do Brasil e das Américas do Sul e do Norte, da Ásia, Europa... A pré-temporada de alguns clubes europeus é realizada na Ásia, no Qatar..., locais onde se arrecadam boas quantias, principalmente com vendas de camisas. Por que os times brasileiros não podem pensar em algo parecido?

De qualquer maneira, fica aqui mais uma vez a sugestão para as tais autoridades...


Portanto, até para provar o equilíbrio futebolístico atual e acirrar mais um pouco a rivalidade São Paulo x Rio, vou sugerir as seleções de cada estado, contabilizando os jogadores já contratados pelas equipes em 2010.

Questionamentos e discordâncias podem e devem existir, não só em relação às escalações dos times, que contarão com 23 jogadores cada, sendo dois goleiros, mas, principalmente, em relação ao favorito para um imaginário confronto.


SP: Titulares: Marcos (Palmeiras), Alessandro (Corinthians), Miranda (São Paulo), André Dias (São Paulo), Roberto Carlos (Corinthians); Rodrigo Souto (Santos), Hernanes (São Paulo), Paulo Henrique Ganso (Santos), Cleiton Xavier (Palmeiras); Diego Souza (Palmeiras) e Ronaldo (Corinthians)

Reservas: Rogério Ceni (São Paulo), George Lucas (Santos), Edu Dracena (Santos), Chicão (Corinthians), Jorge Wagner (São Paulo); Pierre (Palmeiras), Elias (Corinthians), Marcelinho Paraíba (São Paulo), Felipe Gabriel (Portuguesa); Neymar (Santos), Washington (São Paulo) e Iarley (Corinthians).

Rio: Titulares: Bruno (Flamengo), Leonardo Moura (Flamengo), Álvaro (Flamengo), Ronaldo Angelim (Flamengo), Julio César (Fluminense); Maldonado (Flamengo), Willians (Flamengo), Dario Conca (Fluminense), Petkovic (Flamengo); Fred (Fluminense) e Adriano (Flamengo) 

Reservas: Jefferson (Botafogo), Elder Granja (Vasco), Leandro Eusébio (Fluminense), Gum (Fluminense), Juan (Flamengo); Leandro Guerreiro (Botafogo), Léo Gago (Vasco), Kléberson (Flamengo), Carlos Alberto (Vasco); “El Loco” Abreu (Botafogo), Rafael Coelho (Vasco) e Maicon (Fluminense)



- Postado por: Guilherme Rodrigues às 16h27
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